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UNINASSAU realiza doação de alimentos para indígenas

Doações foram destinadas ao grupo Jenipapo-Kanindé
Assessoria de Comunicação Por: 22/12/2020 - 15:19 - Atualizado em: 30/12/2020 - 15:22
A UNINASSAU - Centro Universitário Maurício de Nassau Fortaleza realizou doação de alimentos para o grupo indígena Jenipapo-Kanindé, que está com dificuldades devido à pandemia do Covid-19.  As doações foram realizadas no último domingo (20/12).  
 
O grupo Jenipapo Kanindé vive na Terra Indígena Lagoa da Encantada, no município de Aquiraz, entre dunas, faixa de praia e a própria lagoa. É conhecido pela produção agrícola, extrativista e artesanal com uma aldeia formada por 80 famílias.  
 
A iniciativa também contou com o apoio e parceria das mulheres do movimento MotoClube Borboleta do Asfalto, um grupo feminino de mulheres apaixonadas por motos e motocicletas  que atua em ações sociais. A UNINASSAU apoia a organização de mulheres como enfrentamento à violência e ao domínio de espaços com base no patriarcado. A ação social envolvendo  o Centro Universitário Maurício de Nassau e  o grupo  Moto Clube Borboleta do Asfalto, gerou 50 cestas básicas para a comunidade indígena Jenipapo Kanindé de Aquiraz. 
 
“Estas ações de responsabilidade social são fundamentais para a experiência de alunos e professores, permitindo a troca de saberes e vivências que oportunizam o desenvolvimento da solidariedade. Estas ações possibilitam ainda   o conhecimento e a valorização de nossa cultura”, afirma a professora do curso de Pedagogia, Ilnar de Sousa. 
 
Ao todo 15 (quinze) integrantes realizaram a entrega das doações que foram feitas por alunos dos cursos de Pedagogia e Serviço Social da UNINASSAU e membros da comunidade motociclista do Ceará. Este foi o primeiro registro de um grupo Moto clube que adentrou em terras da comunidade indígena Jenipapo Kanindé, que tem como sua principal representante a primeira cacique mulher da América Latina. 
 
Cacique Pequena, como é conhecida, vem de uma história de lutas e empoderamento da mulher indígena, mostrando que a mulher indígena do Ceará são líderes que fazem a diferença em seus territórios. Assim como Mary Borboleta, como também é conhecida, fundadora e presidenta de um dos primeiros Moto Clube feito por mulheres de Fortaleza, que vem mostrando o espaço da mulher no mundo do motociclismo, atuando com coragem e força ao encarar a estrada de piçarra e muita poeira até a aldeia. 
 
“Estas atividades, que são experiências importantes para nossos alunos, são adequadas aos conteúdos que são discutidos em sala de aula. Ver esta experiência de perto confirma que estamos criando e mudando valores, portanto, estamos percorrendo o caminho da solidariedade”, conclui a professora do curso de Serviço Social, Emanuela Martins. 
 

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