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Qual a diferença entre o arquiteto e decorador?

Os dois podem trabalhar em conjunto para realizar o sonho dos clientes em ter ambientes utilitários e agradáveis
Marcele Lima Por: 30/05/2019 - 16:16
Decorador/Pixabay
Decorador/Pixabay

A casa e o empreendimento dos sonhos são desejos de muita gente. Para torná-los realidade, as pessoas precisam recorrer a profissionais capacitados para executar cada parte do projeto. Dois deles podem ter seus papéis confundidos, mesmo realizando atividades distintas dentro da mesma área.

Em 30 de maio comemoramos o Dia do Decorador. Para lembrar da data, entenda o que diferencia este profissional do arquiteto!

Primeiro o arquiteto é um dos responsáveis pela planta do projeto de uma obra. Ele avalia e analisa os espaços e cria as melhores soluções para os clientes. Ele pode manipular os ambientes, conforme desejo dos proprietários da obra, mas sempre utilizando ferramentas e conhecimentos técnicos. Precisa ser um profissional graduado, com habilitação para desenvolvimento dos trabalhos.

Além disso, na arquitetura projetam-se espaços tanto internos, quanto externos, tendo como base o conforto, a funcionalidade dos ambientes e a estética. Também fica a cargo desses profissionais escolher os materiais adequados para obra, analisado as características dos locais, levando em consideração o que mais é importante para os clientes, como iluminação, ventilação, acústica, por exemplo. “Ele idealiza e projeta o desejo que o cliente tem. Tem a responsabilidade técnica do projeto. Tudo que vai acontecer em determinado tempo o arquiteto é quem responde sobre isso. Se acontecer algum acidente, alguma coisa dentro dessa obra. Tudo fica com o arquiteto”, explica a professora do curso de Arquitetura e Design de Interiores do Grupo Ser Educacional, Lenira de Melo.

Os decoradores, por sua vez, têm formação mais direcionada para prática de ambientes internos. São em alguns casos formados em design de interiores, podendo ser tanto bacharéis quanto tecnólogos, ou autodidatas. O ramo de atuação deles pode ser desde a decoração de casas, apartamentos, lojas, até mesmo decoração de espaços para eventos e festas. “A grande diferença é que não há uma responsabilidade técnica pela obra. Na questão estrutural, ele tem que fazer uma parceria com os arquitetos e engenheiros, porque o designer de interiores estuda muito mais os detalhes”, diz a docente.

Junto com os clientes, eles ajudam nas decisões sobre os móveis, ideias e colocação deles nos espaços, das cores utilizadas que podem causar sensações de bem estar em que ocupa os ambientes, tudo que envolve a estética e o conforto, em harmonia. Quando são designer de interiores, fazem muito mais do que decorar. Eles elaboram projetos, utilizando técnicas aprendidas no curso, que melhoram a sensação térmica, acústica, entre outros.

Em tempos de moradias com metros quadrados cada vez menores, o trabalho dos decoradores é essencial para criar ambientes que possam aliar todas as necessidades dos donos, com a praticidade e beleza.

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