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Pele e insolação: biomédico fala dos riscos de exposição excessiva

Profissional orienta sobre cuidados que se devem tomar após insolação
Assessoria de Imprensa Por: 19/02/2018 - 14:12
Pele e insolação: biomédico fala dos riscos de exposição excessiva
Por Willyberg Braga
 
Durante o verão, muitas pessoas aproveitam a estação para ir ao litoral, ou ainda a parques aquáticos e ambientes com piscina. A falta de cuidados com a sua pele, em relação ao sol, pode gerar vários problemas e até causar doenças de pele, indo muito além da estética. 
 
Para melhor aproveitar o sol durante essa temporada, o Mestre em Engenharia Biomédica pela UFPE e Coordenador do curso de Biomedicina da Faculdade UNINASSAU Caruaru, Auvani Antunes, orienta sobre os cuidados que as pessoas devem tomar.  “É no período do verão onde se tem a maior incidência de raios solares que podem tanto ser benéficos auxiliando na produção de vitamina D e em casos de exposição excessiva ao sol pode prejudicar a pele, desde formação de machas hipercrômicas ou hipocrômicas, conhecidas como melasmas, que são as manchas que surgem na face de mulheres no período da gravidez, como também o desenvolvimento de câncer de pele”, afirma.
 
Auvani, que também é Especialista Biomédico Esteta, explica que os raios solares atingem a pele induzindo o processo de pigmentação que muitos desejam como o bronzeado, porém os raios solares atingem também camadas mais profundas onde há fibras de colágeno, responsáveis por dar firmeza e aspecto de jovialidade da pele, uma vez destruído ou danificado as fibras de colágeno há uma aceleração no processo de envelhecimento. “Surgem ainda aspectos de pele desvitalizada, sardas, manchas, mudança na textura da pele e acnes causadas pelo excesso de oleosidade são outros danos provocados pelo sol”, explica.
 
O profissional biomédico alerta ainda que é importante que se tenha cuidados diários com a pele durante o ano todo, mas esses cuidados precisam ser intensificados no período de verão. “São cuidados como: evitar banhos quentes, pois a água quente remove camadas protetoras da pele o que provoca o ressecamento; utilizar sempre protetor solar mesmo que não ocorra exposição direta ao sol e sempre repor o protetor solar a cada 4 horas; beber sempre bastante água, pois esse tipo de hábito ajuda em manter; utilizar sempre bons hidratantes de acordo com o tipo de pele, os hidratantes funcionam como uma barreira protetora que evita que a pele perca água”, destaca.
 
Por fim, Auvani Antunes ainda orienta que as pessoas façam esfoliações em casa duas ou três vezes por semana para remover células mortas e permitir uma melhor recuperação e renovação da pele, usem agentes hidratantes e tonificantes que auxiliem na regulação hídrica e iônica da pele exposta e redobre o uso do protetor solar repondo a cada duas horas.
 

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