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Nutricionista dá dicas de alimentação saudável para crianças

Ser exemplo é um dos pontos principais pontos para estimular uma alimentação variada e saudável
Assessoria de Comunicação Por: Gabriella Moura 08/10/2020 - 10:28

 Nem sempre é fácil montar um cardápio com alimentos saudáveis e que agradem o paladar dos pequenos. Pratos criativos, coloridos e divertidos fazem o momento das refeições mais atraente para crianças e um desafio para os pais. Afinal, há muitas crianças que relutam em comer frutas, verduras e outros alimentos ricos em vitaminas e minerais.

 
Estudos mostram que os hábitos alimentares são definidos ainda na primeira infância. O nutricionista e coordenador de curso da Faculdade UNINASSAU Petrolina, Rafael Pinheiro, destaca que “a infância, os primeiros anos de vida são muito importantes para estabelecer hábitos alimentares, então é fundamental o papel dos pais na apresentação e inserção dos alimentos na rotina da criança”.
 
Rafael acrescenta que esse estímulo pode ser iniciado ainda na gestação. “Se a mãe ingere alimentos saudáveis e variados, ela consegue estimular com sabores que podem passar para criança por meio do leite materno. Outro fator influenciador é o aroma do preparo dos alimentos que também estimula as crianças”, pontua.
 
A ideia é que as refeições não sejam momentos impositivos. “O momento de comer não pode ser algo obrigatório, impositivo, tenso, mas leve e divertido. Monte pratos com alimentos coloridos, dê novos formatos aos alimentos, seja o arroz, o feijão, macarrão, carne, frutas, verduras, enfim, faça das refeições momentos felizes entre pais e filhos”, orienta Rafael.
 
Outras dicas são:  
1. Seja exemplo – os filhos se espelham nas atitudes dos pais, então tenha uma alimentação saudável para apresentar uma alimentação saudável  
2. Apresente os alimentos - leve as crianças para compras de frutas e verduras, estimule com cores, sabores, texturas diferentes.
3. Teste preparos diferentes – apresente assado, frito, cozido, frio, quente, com molho, em sopa, inteiro, picado e tente identificar a causa repulsa se a cor, textura, sabor. 
4. Se não gosta de determinado alimento, tudo bem – o importante é propiciar a experimentação e se a criança não gosta de forma alguma, tudo bem, ele está formando seu próprio paladar e você o conhecendo e buscando outras alternativas.
5. Envolva os filhos no preparo – a depender da idade peça ajuda para lavar, descascar, mexer, pegar os alimentos, peça sugestões, ideias de pratos. Deixe ele fazer parte, respeitando a idade e a segurança do pequeno na cozinha.
 

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