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Há igualdade entre homens e mulheres na gestão?

Com crescimento lento, mas significativo, mulheres têm ocupado mais postos de liderança nas empresas
Assessoria de Comunicação Por: Mário Victor Tavares 25/03/2019 - 11:37
Líder mulher em escritório com colegas de trabalho
Presença feminina em cargos de gestão cresceu 10% nos últimos 15 anos
Aproveitando as homenagens e todo debate do mês de março, considerado o “mês das mulheres”, é importante debatermos a importância da mulher no mercado de trabalho e nas posições de poder no mundo corporativo. Uma recente pesquisa mostrou que, apesar do crescimento da participação delas nesse ambiente, ainda ocupam apenas 37% dos cargos de chefia.
 
Apesar disso, um levantamento feito pela consultoria de recursos humanos Thomas International concluiu que homens e mulheres têm se igualado em postos de gestão no que diz respeito à personalidade da liderança. Essa gerência feminina tem aumentado significativamente nos últimos anos, tendo crescido mais de 10% em 15 anos – segundo pesquisa realizada pela Catho –, provando um processo de transformação quanto à desigualdade de gênero no mercado de trabalho.
 
Diante desse quadro, podemos avaliar como elas conquistaram esse espaço, qual o impacto delas nos cargos de poder e como é o jeito delas de impor respeito. A consultoria da Thomas Internacional aplicou dois testes psicométricos que mediram a personalidade de 274 gestores, metade homem e metade mulher. O primeiro concluiu que as lideranças femininas e masculinas têm a mesma capacidade de possuir personalidade de um líder de sucesso e o segundo apresentou uma igualdade na inteligência emocional entre os gêneros.
 
Foram analisados traços de personalidade como consciência, resiliência, audácia, tolerância às diferenças, curiosidade e competitividade. Sobre a inteligência emocional, foram avaliados gestão da emoção, assertividade, automotivação, adaptabilidade, empatia e autoestima, entre outros.
 
De acordo com o coordenador do Núcleo de Trabalhabilidade, Emprego e Carreira (NTEC) do Ser Educacional, Raniere Rodrigues, “nesse momento, temos a oportunidade de lembrarmos das conquistas das mulheres e seus exemplos". "É extremamente importante citarmos o poder da emancipação feminina, seu empoderamento e valorização no mercado de trabalho. O processo de decisão mudou com a participação delas nos espaços de poder. Com a capacidade de reflexão que elas têm, as decisões ficam mais acertadas e coerentes”, comentou.
 
Ainda há muito a melhorar, mas um importante processo de mudança já começou. “Precisamos construir, cada vez mais, uma reflexão em favor da equidade, do trabalho que se soma, da mulher e seu precioso papel na nova sociedade”, afirmou Raniere.

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