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Fevereiro laranja: mês de combate a Leucemia

Interessados em doar medula óssea devem procurar um hemocentro
Assessoria de Comunicação Por: Paula Cruz 07/02/2019 - 17:01 - Atualizado em: 07/02/2019 - 17:04
Imagem mostra laço laranja
A UNINASSAU apoia esta campanha
Durante este mês é realizada o Fevereiro Laranja, campanha de conscientização ao combate a Leucemia. Esta doença sistêmica é um dos tipos de câncer que tem origem na medula óssea e afetam os glóbulos brancos do sangue. Existem dois tipos de leucemia, a aguda e a crônica, que possuem formas de evolução diferentes uma da outra.
 
De acordo a coordenadora dos cursos de saúde da UNINASSAU, a Biomédica Katarina Galvão, “a leucemia aguda caracteriza-se pela anormalidade de produção de células sanguíneas na medula óssea e acomete, na maioria das vezes, crianças e adolescentes”. “Já a leucemia crônica é decorrente de mutação genética que influencia na produção em excesso nos glóbulos brancos. Esse tipo se desenvolve lentamente e os sintomas não aparecem imediatamente, sendo mais comum em idosos a partir de 60 anos de idade”, explica.
 
O diagnóstico pode ser realizado com base em exames clínicos, laboratoriais, radiológicos e até oftalmológicos. O profissional que irá direcionar o paciente ao tratamento é o hematologista. “O tratamento para cada tipo de leucemia é diferente e adaptado a condição do paciente”, conta Katarina. 
 
“No caso da leucemia aguda, o indivíduo irá passar pelo processo de quimioterapia, transfusão de sangue, antibióticos e transplante de medula, podendo levar a cura. A Leucemia crônica, apesar de não ter uma cura definitiva, possui tratamentos com medicação e, quando possível, poliquimioterapia, que possibilitam o controle da doença”, completa Galvão.
 
A população que se encontra em situação saudável e tenha interesse em contribuir para que uma pessoa possa ter a chance de ter qualidade de vida novamente, podem procurar um hemocentro para doar medula óssea. “Infelizmente, a probabilidade de ser compatível é de um a cada cem mil. Por isso, é tão relevante haver discussões sobre esse tema, para que as estatísticas de doadores aumentem. A coleta é sem dúvidas um gesto de amor ao próximo e deve ser lembrado”, acrescenta a Biomédica.
 

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