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Dia do Surf: conheça ícones do cenário feminino no Brasil

Embora ainda lutem bastante dentro e fora das águas para ter reconhecimento no esporte, as mulheres se fortalecem e se consagram cada vez mais no surf brasileiro. Confira!
Por: Rebeca Ângelis 20/06/2019 - 12:17 - Atualizado em: 20/06/2019 - 12:18

                                    

De pranchinha, “pranchão” (longboard), bodyboard ou até na mais recente modalidade, o bodysurf. Não há mais restrições que impeçam as mulheres de deslizar em uma onda e se destacar num drop ou numa manobra. Um esporte que há muito tempo era visto como modalidade exclusiva para homens, agora quebra tabus nas águas salgadas com a presença feminina cada vez mais forte, lutando e prezando pela igualdade de gênero.

A luta por igualdade e resistência faz com que surfistas alcancem cada vez mais seu devido lugar de respeito pelos litorais de vários estados do país. Ainda é comum que mulheres sofram com assédio sexual, machismo na hora de entrar no mar e disputar uma onda, ou até mesmo recebam menos em premiações de grandes campeonatos em relação à categoria masculina.

Apesar disso, a força e a resistência de cada uma delas fala mais alto. E isso acontece desde meados 1936, quando a brasileira Margot Rittscher foi uma das pioneiras no país a surfar numa “tábua havaiana”. Margot e várias outras são as principais motivadoras da força que o surf feminista traz hoje para as novas gerações. Confira a lista dessas surfistas brasileiras que são ícones deste cenário atual!

Maya Gabeira 

Nascida no Rio de Janeiro, Maya começou a surfar quando tinha 14 anos. Em 2007, com 20 anos, iniciou uma série de quatro vitórias consecutivas em campeonatos do Billabong XXL Global Big Wave Awards. Em 2012, voltou a vencer na mesma categoria, competindo com grandes outras surfistas do mundo. Mantida na elite do surf mundial, Maya também é sinônimo de superação das ondas gigantes. A carioca chegou a se recuperar depois de sofrer uma queda de uma das maiores ondas da temporada de surf em Nazaré, no litoral de Portugal. Maya não só tomou coragem de tentar novamente a “big wave”, como também quebrou um recorde da maior onda surfada por uma mulher.

Silvana Lima

Nordestina, natural do Ceará, Silvana Lima já foi duas vezes vice-campeã mundial. Seu destaque não para por aí. Tornou-se a primeira vencedora da nova etapa do QS 6000 Feminino, o Sydney International Women’s Pro Champion em Cronulla Beach, na Austrália. Na última etapa do Circuito Mundial, o WCT (World Championship Tour), Silvana Lima também foi destaque por ser a única brasileira que representou o surf brasileiro. É dela também o posto de brasileira mais bem classificada no ranking mundial de surf: ocupa a 15ª posição.

Carol Bonelli

Considerada uma das grandes promessas do surf feminino, Carol Bonelli, de 16 anos já carrega o título de campeã da etapa Rip Curl Grom Search 2016 (Florianópolis). A carioca também já foi Bicampeã Sub 14 (2014 e 2015), Campeã Estadual Sub 18 (2014), Vice Campeã Rio Girl Grom Search (2015 e 2016) e 13° lugar no Mundial ISA Games Portugal (2016). Título para a guria é o que não falta!

Tatiana Weston Webb

Também vista com uma promessa de grandes feitos no surf internacional, a brasileira naturalizada havaiana já venceu muitos tabus e machismo. Com apenas 20 anos de idade, Tatiana Weston Webb já faz parte da elite mundial, pois, desde cedo, já pegava grandes tubos no Havaí e ficou profissional na missão. Hoje está em oitavo lugar no ranking mundial, da World Women's Championship Tour.

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