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Depressão e ansiedade: como a educação física pode ajudar?

As atividades físicas são aliadas importantes no combate à depressão e outras doenças
Assessoria de Comunicação Por: Berg Braga 16/09/2020 - 11:41 - Atualizado em: 21/09/2020 - 11:42
O mês de setembro, entre outras datas, marca o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. A campanha Setembro Amarelo busca desmistificar a ideia de que não se pode falar da temática, o que se tem é a necessidade de se falar com responsabilidade sobre o tema. Segundo a OMS, o Brasil está entre os primeiros colocados no número dos casos de ansiedade e depressão no mundo, sendo que estas estão entre as doenças mais incapacitantes.  
 
E como a prática de atividade física pode ajudar as pessoas no combate à depressão? O Especialista em Atenção Básica e Saúde da Família e professor do curso de Educação Física da Faculdade UNINASSAU Caruaru, Diego Lima, explica que estudos realizados em todo o mundo têm mostrado que pessoas ativas fisicamente sofrem menos com problemas de saúde mental. “Principalmente quando expostas a atividades de intensidade leve a moderada. A própria OMS indica a prática de atividade física para pacientes com ansiedade e depressão”, afirma o profissional.  
 
Ainda segundo o docente, como no Brasil cabe, legalmente, ao Profissional de Educação Física prescrever a prática de exercício bem como participar da formulação de políticas e projetos que busquem diminuir a inatividade física da população. “Fica evidente a importância desses profissionais no cuidado para a saúde mental, seja em ações multiprofissionais e no cuidado de pessoas com sofrimento mental”, explica o professor Diego Lima.  
 
“Por isso, desde a formação, buscar conhecimento sobre como atuar com pessoas com ansiedade, depressão, doença de Alzheimer entre outras afecções neuropsiquiátricas ou psicológicas é fundamental”, conclui o profissional e docente.  
 

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