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Circo Social retoma as atividades nesta quarta

O projeto é voltado para jovens com Síndrome de Down e deficiência intelectual
Assessoria de Comunicação Por: Silvia Fragoso 01/08/2017 - 16:05
Imagem mostra artistas com Síndrome de Down em atividade circense
A metodologia do Circo Social consiste na execução de oficinas circenses
O Circo Social UNINASSAU volta às atividades nesta quarta-feira (02), com as oficinas de malabares, acrobacia, equilíbrio e balé clássico. Esta é a quarta turma do Projeto, que contará com 17 participantes com Síndrome de Down e deficiência intelectual. Desta turma, oito membros integram o espetáculo “Amor de Palhaço, coração em pedaços”.
 
A metodologia do Circo Social consiste na execução de oficinas circenses como acrobacias-solo; equilíbrio- solo; equilíbrio-arame; cilindro chinês; malabares com bolinhas, claves, aro, swing, diabolô e double stick. Há, ainda, aulas de balé clássico que funcionam como instrumento de suporte e preparo do corpo para o desenvolvimento de outros exercícios. 
 
O Projeto também integra os familiares dos participantes com encontros em grupo, que permitem proporcionar um espaço de acolhida e escuta para as mães e pais, a fim de compartilharem suas experiências com seus filhos. As ações do Circo Social ocorrem em todas as quartas e sextas-feiras, na Sala de Ginástica do Centro Superior de Tecnologia (CST) da UNINASSAU.
 
O coordenador de Responsabilidade Social da UNINASSAU - Centro Universitário Maurício de Nassau, Sérgio Murilo, explica a importância do retorno às atividades do Circo Social. “O retorno do projeto foi um clamor generalizado. Alunos, familiares, monitores do projeto e até setores da sociedade solicitaram o retorno das atividades. Isso comprova a importância do projeto e o seu poder de transformação social. A UNINASSAU vem fazendo muito bem a sua parte enquanto instituição socialmente responsável”.
 
História - O Circo Social UNINASSAU iniciou as atividades em 2014 com duração de quatro meses, contemplando 15 pessoas com Síndrome de Down e respectivos familiares. Devido ao sucesso das aulas, a Fundação Nacional das Artes condecorou as ações com o Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo 2013. Isto viabilizou a execução da segunda turma do Projeto, em 2015, com uma meta de atendimento duas vezes maior do que no ano anterior. Em 2016, o projeto foi contemplado no ciclo 2015/2016 com o financiamento do Programa de Ajuda Direta - DAP oferecido pelo Governo da Austrália e gerenciado pelo Ministério de Relações Exteriores da Austrália. No mesmo ano, foi aprovado no Programa Nacional de Apoio à Cultura, do Ministério da Cultura (lei federal de número 8.313/1/991, conhecida por Lei Rouanet), encontrando-se em fase de captação de recursos.
 
Além das oficinas circenses e de balé clássico, o projeto conta com oficinas temáticas realizadas pelos alunos do curso de psicologia da UNINASSAU, que junto à pais e mães de filhos com Síndrome de Down, identificam e discutem os aspectos emocionais do exercício da maternidade e paternidade; compartilham as mudanças na dinâmica da família; e analisam com o grupo questões envolvendo preconceito.

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