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4 histórias de superação que inspiram a Copa Mundial

Entre conquistas e derrotas, toda Copa do Mundo teve um jogador que fez história
Rebeca Ângelis Por: 13/06/2018 - 12:07 - Atualizado em: 14/06/2018 - 11:10

Nenhuma Copa Mundial é igual a outra. Desde 1930, quando a primeira competição mundial de futebol agregou vários países, no Uruguai, torcedores de todo o mundo se reúnem a cada quatro anos para vibrar por seus países. Atentam-se também a cada detalhe de máxima categoria dos melhores atletas e suas incríveis performances com a bola, no gramado.

Entre conquistas e derrotas, os melhores estádios do mundo presenciaram as mais variadas performances de atletas que mesmo sem levar, necessariamente, o título de campeão, fizeram história com seus exemplos de superação às adversidades e obstáculos em campo. Confira!

Beckenbauer e seu ombro de ouro

Em uma semifinal da Copa do Mundo de 1970, contra a Itália, o alemão Franz Beckenbauer fez história. O histórico "Kaiser" (imperador, em alemão) como é popularmente conhecido, deslocou o ombro durante o jogo e, mesmo debilitado, quis continuar a partida usando uma tipóia improvisada.

Com dores, o jogador permaneceu até o fim do jogo, que ainda teve longa prorrogação e muitas reviravoltas no placar. No entanto, apesar de todo seu esforço, a equipe alemã não conseguiu levar o título e perdeu o jogo por 4 a 3 da Itália.

Ele, que é considerado uma lenda viva do futebol alemão, foi campeão do mundo pela Alemanha como jogador e técnico do Bayern. O Ex-futebolista e lenda viva atuava como zagueiro, líbero e volante/armador, onde levou o título, em 1974. Também ergueu o troféu como técnico a frente do Bayern, por quatro anos.

                                                                    

Leônidas da Silva x chuteiras para que te quero? 

Na Copa do Mundo de 1938, na França, um integrante da seleção brasileira foi essencial para a partida: Leônidas da Silva. Considerado um dos maiores centroavantes de todos os tempos, o “Diamante Negro” ou “homem borracha”- como ficou conhecido, marcou um gol histórico de “bicicleta” descalço.

O jogo era contra a Polônia e, por conta da chuva, a chuteira de Leônidas descolou. O atleta não teve dúvidas e prontamente as deixou de lado e continuou a partida. Enquanto tentava arrumar a chuteira, o goleiro polonês deu rebote e mesmo descalço o Diamante Negro aproveitou e marcou para o Brasil.

Frantisek Planicka: o “paredão” até de braço quebrado

Em 1938, durante uma partida contra a seleção brasileira, o goleiro da Tchecoslováquia, Frantisek Planicka, jogou com um braço quebrado. O fato ocorreu quando ele se chocou com a trave, depois de defender um chute do atacante brasileiro Perácio.

Nessa época, não acontecia substituições no futebol e, caso o jogador precisasse sair, o time jogava com um integrante a menos. Para evitar o desfalque em sua equipe, principalmente tratando-se do gol, Planicka decidiu ficar até o fim.

O jogo, que ficou conhecido como "Batalha de Bordeaux", terminaria 1 a 1 depois de muitos lances violentos - que acabou com o atacante tcheco Nejedly quebrando a perna - e três expulsões.

O goleiro tcheco é sem dúvidas um exemplo de perseverança e superação. Nesse mesmo ano, foi escolhido o melhor goleiro daquele Mundial e foi lembrado pela Unesco que lhe ofereceu um prêmio pelo fair play ao longo de sua carreira de 1450 jogos e nenhuma expulsão.

Neymar: a menina dos olhos do Brasil e do mundo

Entre os exemplos mais recentes que também marcaram história, está o do jogador brasileiro Neymar Júnior. Durante a Copa Mundial de 2014, em uma partida contra a Colômbia, o atleta teve uma fratura na terceira vértebra lombar, após sofrer uma joelhada do colombiano Zúñiga, nas costas, pouco antes do final do segundo tempo.

Ele, que tornou-se a principal aposta do Brasil e é um dos jogadores mais bem pagos de todo o mundo, acabou ficando fora das finais depois do ocorrido. O jogo terminou com vitória do Brasil, por 2 a 1, e classificação para a semifinal.

A ausência do jogador nas próximas partidas decisivas foi sentida pelos torcedores, principalmente, na final contra a Alemanha que deu uma goleada de 7 a 1, levando o título de Campeã. Dois anos depois, durante as Olimpíadas, o jogador superou a derrota junto a equipe e tornou o Brasil campeão, após vencer de 5 a 4 nos pênaltis.

Em março deste ano, Neymar precisou ainda passar por um cirurgia no joelho para tratar uma fratura no pé direito e já segue recuperado para mais uma disputa em busca do hexacampeonato na Copa de 2018, que inicia neste domingo (17) . Já recuperado, o jogador volta a ser a esperança e inspiração para toda a torcida do Brasil e mundo.

                                                             

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